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quinta-feira, 11 de junho de 2015
Olá,
Faz bastante tempo que não posto aqui, e a
notícia que trago agora é triste. Pipa foi sacrificada no dia 25 de abril de
2015. E agora explico a vocês o que aconteceu.
Em primeiro lugar, queria agradecer a todos que
acompanharam o blog e torceram por sua melhora, e em segundo lugar, queria
pedir desculpas pela demora em trazer esse post pra vocês.
Quem vem acompanhando o blog sabe que logo após o
tratamento as mudanças foram claras. Ela estava mais esperta e mais alegre, as
lesões da orelha e do dorso haviam sumido e não havia sinal do parasita no
resultado do último exame. A combinação dos resultados visíveis com aqueles que
eram invisíveis trouxeram certa segurança e tranquilidade. O medicamento havia
funcionado e cumprido o que prometia.
Mas, infelizmente,
os bons resultados não se mantiveram por muito tempo. Pouco tempo depois do
exame, Pipa entrou no cio. Sabe-se que durante o cio a imunidade das fêmeas
pode baixar e, durante esse tempo, ela começou a apresentar uma acentuada queda
de pêlos. Ao levá-la ao veterinário, o
mesmo sugeriu que aquilo poderia ser consequência disso ou uma possível alergia
alimentar, sem descartar, no entanto, a possibilidade da relação daquilo com a
leishmaniose. Entretanto, optei por fazer um tratamento baseado numa dieta
apropriada para cães de pele sensível com a ração da marca Cibau e vitaminas do
tipo Ômega 3 para eliminar a possibilidade de alergia.
Mas os sinais
de melhora não chegaram. A essa altura, Pipa já havia perdido 4kg. Estava muito
apática e se recusava a comer, dificultando o tratamento da dieta. Unhas
grandes também já se faziam presentes há algum tempo. Novamente no veterinário,
desconfiamos da possibilidade de doença do carrapato, pois todos os seus
sintomas condiziam com a mesma. Foi feito um hemograma e ela foi
diagnosticada com um quadro de anemia e plaquetas muito baixas. O negativo para
a doença do carrapato abria um leque de possibilidades, e partimos para o
mielograma, que por ser um exame mais completo, forneceria um resultado mais preciso. Além das
extrações tradicionais que consistiam em raspado de pele, punção aspirativa da
medula óssea e punção aspirativa do linfonodo, para o mielograma extraiu-se
também sangue da unha para um diagnóstico mais exato, pois sabe-se que a Leishmania sp. tem preferência pelas extremidades corporais.
Inicialmente,
quando a doença foi descoberta, o resultado do exame apontava uma baixa
parasitemia, pois o parasita foi encontrado somente nos raspados de pele da
orelha. O resultado do exame agora, no entanto, apresentava-se muito pior.
Haviam parasitas causadores da leishmaniose em TODAS as amostras. Medula,
linfonodo, raspado de pele e sangue da unha estavam infestados.
Além da
alta parasitemia, o exame também apontou um quadro de hipoplasia medular, que origina-se
quando há dificuldade do organismo de produzir células sanguíneas, causando
anemia e plaquetas baixas (o que justificava os resultados dos exames sanguíneos), assim como um estado de imunodeficiência
devido ao fato do organismo não conseguir produzir glóbulos
brancos (leucócitos), que são responsáveis pela proteção do organismo contra
patógenos, organismos causadores de doenças, utilizando para isso a produção
de anticorpos. Lembrando que a Leishmaniose é uma doença imunossupressora que aliada à hipoplasia medular, torna as defesas naturais do organismo ainda mais fracas.
Pipa,
então, estava com anemia, plaquetas baixas, hipoplasia medular e leishmaniose.
Nos seus últimos dias, precisava tomar cinco medicamentos durante o dia, sendo
um deles para estimular o apetite, pois de outro modo não comia. O tratamento
para a hipoplasia medular envolveria um transplante de medula óssea compatível,
que é algo bastante complicado, pelo menos aqui no nosso país. Ou um tratamento
baseado no uso de um coquetel de medicamentos, contendo entre eles um corticóide, que acabaria enfraquecendo ainda mais o sistema imune, favorecendo assim a proliferação do parasita.
Para tratar a Leishmaniose seria necessário um fortalecimento do seu sistema imunológico - já bastante enfraquecido - e, em seguida, uma nova aplicação do Milteforan.
Para tratar a Leishmaniose seria necessário um fortalecimento do seu sistema imunológico - já bastante enfraquecido - e, em seguida, uma nova aplicação do Milteforan.
No fim de
sua vida ela quase não brincava, não comia e necessitava de vários medicamentos
para “continuar viva”, por assim dizer. Pipa estava sofrendo, assim como eu.
Acredito que a eutanásia é algo passível de análises muito subjetivas. Sempre
existirão visões divergentes e é preciso respeitar a decisão de cada
proprietário. No caso da minha Pipa, foi uma decisão difícil e dolorosa, mas me
parecia o melhor a se fazer.
O tratamento para Leishmaniose canina com o Milteforan é
viável?
Na minha
opinião, sim. O medicamento funciona e os sinais de melhora são visíveis. Entretanto,
não se sabe o quão agressivo o medicamento pode ser. No caso de Pipa, não se
sabe se a hipoplasia medular era congênita (adquirida antes do nascimento), se originou-se do uso do medicamento ou se foi apenas uma consequência da própria doença. Como eu não possuía o histórico dos pais
dela, um diagnóstico preciso era impossível.
Tratar ou não tratar o cão?
Um cão é
loteria, como já ouvi dizer. A resposta ao tratamento varia de animal para
animal. (Tenho uma grande
desconfiança, partilhada também pelo veterinário, de que Pipa já chegou em
minha casa doente. Se isso realmente tiver acontecido, talvez tenha se tornado
um fator determinante para não obtermos o resultado positivo esperado.) Mesmo optando pelo sacrifício, sou a favor da vida. E a favor das
segundas chances. Mesmo sem ter certeza de que o seu cão responderá bem ao
tratamento, dê a ele essa chance. Converse com o seu veterinário, verifique a possível necessidade de um fortalecimento da imunidade antes de iniciar o uso de um
medicamento agressivo como o Milteforan.
Quando optar pelo sacrifício?
Se vai
sacrificar ou não o seu cão, é uma decisão exclusivamente sua. Há vários
relatos de cães que levam uma vida normal, mesmo tendo a doença. O fato de um
cão estar infectado não significa, necessariamente, que pode transmitir a
doença para outros cães e humanos. O controle da doença existe!
Para
finalizar, queria dizer que os posts tornaram-se menos frequentes, assim como
eu disse que aconteceria. Agora que já não tenho o convívio com a doença, não
poderei mais partilhar informações, mas, o blog permanecerá aqui. Talvez com
mais alguns posts futuros, talvez não.
Mais uma
vez, obrigada por terem acompanhado e torcido pela minha Pipa. Espero que o
blog continue ajudando aqueles que se encontram na mesma situação.
Pipa não
está mais aqui, mas o espaço conquistado e o amor cativado sempre estará!
"As coisas tangíveis
tornam-se insensíveis
à palma da mão.
Mas as coisas findas
muito mais que lindas,
essas ficarão."
tornam-se insensíveis
à palma da mão.
Mas as coisas findas
muito mais que lindas,
essas ficarão."
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Contato: meutempodepipa@gmail.com
quarta-feira, 7 de janeiro de 2015
Hoje trago mais um comparativo, dessa vez somente da lesão do dorso.
Foto 2: 14 dias de tratamento
Foto 3: 23 dias de tratamento
Deu uma melhorada boa, né? :)
terça-feira, 6 de janeiro de 2015
O que é a Leishmaniose?
A Leishmaniose Visceral, popularmente conhecida como Calazar, é uma
doença causada por um protozoário do gênero Leishmânia, sendo transmitida pela
picada do inseto, o flebótomo, também conhecido como mosquito palha. Os cães e
os animais silvestres são os principais reservatórios da doença, porém a doença
afeta também seres humanos, sendo, portanto uma zoonose.
Como evitar o contato com o mosquito transmissor?
O Mosquito Palha, ou palhinha como é conhecido, é um inseto pequeno e
costuma se reproduzir em locais com muita matéria orgânica em decomposição. O
uso de repelentes no ambiente e no animal é indicado. Mantenha sempre a higiene
dos locais de criação de animais, mantendo-o sempre limpo e seco. Lembre-se
lugar de lixo é no lixo.
Como saber se o meu animal está contaminado?
O diagnóstico da leishmaniose pode ser feito através de exame clínico e
a confirmação se dá através de amostras de sangue ou biópsias de gânglios e o
seu Médico Veterinário é quem vai indicar o método mais adequado.
Quais são os sintomas da doença? Como podemos nos prevenir?
Os animais contaminados podem apresentar desde ausência de sinais
clínicos até alterações importantes como febre intermitente, perda de apetite,
perda de peso, prostração, conjuntivite e perda de pelo ao redor dos olhos,
alterações da pelagem (eczema, descamação, perda da qualidade e volume do pelo,
úlceras), crescimento exagerados das unhas entre outros.Hoje além do controle
do foco dos mosquitos, podemos usar coleiras repelentes e vacinação preventiva.
Por que vacinar o meu cão contra a Leishmaniose?
A vacinação aumenta a chance de o animal ficar protegido contra
Leishmaniose. Ajuda no combate da doença, protegendo os animais expostos a
infecção através da picada do inseto transmissor infectado. A leishmaniose além
de causar grande sofrimento ao animal por provocar lesões viscerais e de pele
pode infectar também os seres humanos. O protocolo da vacinação é definido e
controlado pelo Ministério da Agricultura que estabeleceu um exame de sorologia
negativo prévio, depois 3 doses de vacina com intervalo de 21 dias entre elas.
A partir de então o animal deve receber uma dose de reforço anual. A vacina
pode ser feita somente em cães com mais de 4 meses de idade.
Existe tratamento para os cães doentes?
Existe tratamento, mas não é liberado pelo Ministério da Saúde, como
forma de controlar os animais portadores, pois a recomendação é a eutanásia de
todos os animais positivos. Vacinação e coleira repelente de insetos são as
principais medidas eficazes disponíveis hoje para prevenir a Leishmaniose.
Quais medidas devo tomar para o controle da doença?
· Vacinação de cães sadios e
sorologicamente negativos.
· Uso de coleiras repelentes,
contra o mosquito transmissor.
· Uso de telas finas nas portas e
janelas.
· Manter o animal dentro de casa
nos períodos matutino e vespertino.
· Utilização de mosquiteiros e
aparelhos elétricos repelentes de insetos.
· Combate ao inseto vetor no
peridomicílio e intradomicílio, mantendo a casa e o quintal sempre limpos
(recolher as folhas, frutos, troncos, raízes, fezes de animais).
· Embalar o lixo corretamente
(sacos plásticos).
· Não juntar lixo nos lotes vazios.
· Poda
de árvores.
Quais animais devem ser vacinados contra leishmaniose?
1. Se morar em região endêmica
2. Se morar em casa em região arborizada.
3. Se viajar com frequência ao litoral ou interior.
4. Se tiver histórico de animais com sorologia positiva na região.
5. Se existir na região o Mosquito palha.
Referência
<http://www.petcare.com.br/> acessado em 07/01/2015.
sexta-feira, 2 de janeiro de 2015
A Leishmaniose é uma zoonose. Isso significa que é uma doença que pode ser transmitida do animal para o homem e vice-versa. Estando entre as três doenças infecto-parasitárias que mais matam no mundo, e incluída pela Organização Mundial de Saúde (OMS) na lista de Doenças Tropicais Negligenciadas (DNTs). Trata-se de uma doença causada por protozoários tripanossomatídeos do gênero Leishmania.
| Parasitas causadores da Leishmaniose. |
Esses parasitas possuem um ciclo de vida heteroxênico, ou seja, vivem alternadamente em hospedeiros vertebrados (humanos, cães, equinos, asininos, gatos, roedores domésticos, preguiças, tamanduás e marsupiais, por exemplo) e insetos vetores (flebotomíneos, os famosos mosquitos-palha.). As leishmanioses representam um conjunto de enfermidades diferentes entre si, que podem comprometer a mucosa, pele e vísceras. Sendo esses sintomas extremamente dependentes da relação entre o parasita e a resposta imune do hospedeiro. A Leishmaniose é uma doença imunossupressora, assim como a AIDS.
Sua transmissão acontece quando uma fêmea infectada de
flebotomíneo passa o protozoário a uma vítima sem a infecção, enquanto se
alimenta de seu sangue. Popularmente conhecidos como mosquito-palha, biriguí,
cangalha e tatuquira, são mosquitos pequenos, corcundas e com asas estreitas de
forma lanceolada, geralmente não ultrapassando 0,5cm de comprimento. Tendo
somente as fêmeas o aparelho bucal modificado para picar a pele de vertebrados
e sugar o sangue. São conhecidas e catalogadas mais de 450 espécies que são
distribuídas ao longo do continente americano, se espalhando do norte da
Argentina até o sul da Canadá.
![]() |
| Mosquito-palha. Vetor de transmissão da Leishmaniose. |
Todo mamífero picado serve como reservatório da doença, sabendo-se que o mosquito, ao sugar o sangue destes, pode transmitir para outros indivíduos ao picá-los. Estando aí a origem do problema, pois, devido à ampla quantidade de possíveis reservatórios, o controle torna-se extremamente difícil. A Leishmaniose é um problema mundial. As medidas mais utilizadas para o combate da enfermidade se baseiam no controle de vetores e dos reservatórios, proteção individual, diagnóstico precoce e tratamento dos doentes, manejo ambiental e educação em saúde.
A Leishmaniose é endêmica em quase cem países. E o aumento no
número de casos deve-se a invasão das zonas urbanas e proximidades com zona de
mata, onde os flebotomíneos vivem. As formas mais comuns da doença são a Leishmaniose
Visceral (LV), que pode levar à morte e a Leishmaniose Cutânea (LC), que causa
grandes lesões na pele e na cartilagem.
O cão não é o vilão
De todos os países onde a Leishmaniose é endêmica, apenas o
Brasil faz o combate através da eliminação de reservatórios. Milhares de cães
são sacrificados anualmente e os resultados na diminuição da prevalência da
doença não são positivos. Dados comprovam que o método mais eficiente seria o
combate ao vetor (o mosquito-palha), e não o combate ao reservatório.
quinta-feira, 1 de janeiro de 2015
Olá!
Hoje fazem 19 dias desde o início do tratamento com o Milteforan. Hoje estou trazendo fotos comparativas das lesões, como eu já havia comentado em um post anterior. Vamos lá.
ORELHA
Foto 1: tratamento ainda não iniciado
Foto 2: 6 dias de tratamento
Foto 3: 11 dias de tratamento
Foto 4: 14 dias de tratamento
DORSO

Foto 1: tratamento ainda não iniciado
Foto 2: 14 dias de tratamento
Pelo que pude observar, houve uma melhora, apesar de lenta. Na bula do Milteforan há uma parte que diz que a melhora dos sintomas continua até 1 mês após o fim do tratamento. O jeito é esperar, né?
Bem, é isso. Em breve trarei mais fotos comparativas!
sexta-feira, 26 de dezembro de 2014
NOME DO MEDICAMENTO VETERINÁRIO
MILTEFORAN 20 mg/ml, solução oral para cães.
MILTEFORAN 20 mg/ml, solução oral para cães.
COMPOSIÇÃO QUALITATIVA E QUANTITATIVA
Cada ml contém:
Substância activa:
Miltefosina………………. 20 mg
Cada ml contém:
Substância activa:
Miltefosina………………. 20 mg
FORMA FARMACÊUTICA
Solução oral.
Solução viscosa incolor.
Solução oral.
Solução viscosa incolor.
INFORMAÇÕES CLÍNICAS
Espécie(s) alvo
Caninos.
Caninos.
Indicações de utilização, especificando as espécies alvo
Controlo da Leishmaniose canina.
Os sinais clínicos da doença começam a diminuir claramente, imediatamente após o início do tratamento e duas semanas depois reduzem-se significativamente. Estes sinais continuam a melhorar pelo menos durante 4 semanas depois do fim do tratamento.
Controlo da Leishmaniose canina.
Os sinais clínicos da doença começam a diminuir claramente, imediatamente após o início do tratamento e duas semanas depois reduzem-se significativamente. Estes sinais continuam a melhorar pelo menos durante 4 semanas depois do fim do tratamento.
Contra-indicações
Não utilizar em caso de hipersensibilidade à substância activa ou a algum dos excipientes.
Não administrar o medicamento veterinário durante a gestação, lactação ou em animais reprodutores.
Não utilizar em caso de hipersensibilidade à substância activa ou a algum dos excipientes.
Não administrar o medicamento veterinário durante a gestação, lactação ou em animais reprodutores.
Advertências especiais para cada espécie alvo
Deve evitar-se uma subdosagem de forma a diminuir o risco de desenvolvimento de resistência, que pode levar a uma terapêutica ineficaz.
Deve evitar-se uma subdosagem de forma a diminuir o risco de desenvolvimento de resistência, que pode levar a uma terapêutica ineficaz.
PRECAUÇÕES ESPECIAIS DE UTILIZAÇÃO
Precauções especiais para utilização em animais
O peso do cão deve ser determinado com precisão antes e durante o tratamento.
Recomenda-se que se coloque o produto na comida do animal de forma a reduzir os efeitos secundários a nível digestivo.
No caso de aparecimento de reacções adversas (como por ex. vómitos, diarreia) consulte o seu médico veterinário. O uso conjunto de um agente antiemético pode reduzir os vómitos, no caso destes surgirem. Para os cães que sofrem de insuficiências hepáticas e cardíacas, administrar apenas em conformidade com a avaliação benefício/risco realizada pelo médico veterinário responsável.
No caso em que suspeite que a sua cadela esteja grávida, antes de administrar o medicamento, consulte o seu médico veterinário.
O peso do cão deve ser determinado com precisão antes e durante o tratamento.
Recomenda-se que se coloque o produto na comida do animal de forma a reduzir os efeitos secundários a nível digestivo.
No caso de aparecimento de reacções adversas (como por ex. vómitos, diarreia) consulte o seu médico veterinário. O uso conjunto de um agente antiemético pode reduzir os vómitos, no caso destes surgirem. Para os cães que sofrem de insuficiências hepáticas e cardíacas, administrar apenas em conformidade com a avaliação benefício/risco realizada pelo médico veterinário responsável.
No caso em que suspeite que a sua cadela esteja grávida, antes de administrar o medicamento, consulte o seu médico veterinário.
Precauções especiais que devem ser tomadas pela pessoa que administra o medicamento aos animais
Em caso de ingestão acidental ou derrame sobre a pele, dirija-se imediatamente a um médico e mostre-lhe o folheto informativo ou o rótulo.
As pessoas com hipersensibilidade conhecida à miltefosina devem evitar o contacto com o medicamento veterinário ou com qualquer tipo de excremento animal (matéria fecal, urina, vómito, saliva etc.) e devem administrar o medicamento com precaução.
O medicamento pode provocar irritação da pele e dos olhos bem como sensibilização: Deve ser usado equipamento de protecção individual constituído por luvas e óculos durante a utilização do medicamento veterinário. No caso de contacto acidental dos olhos ou pele, lavar imediatamente com bastante água e procurar ajuda médica.
O medicamento não deve ser administrado por mulheres grávidas, que tencionem engravidar ou cujo estado de gravidez é desconhecido.
Não permitir que os cães tratados lambam pessoas imediatamente após terem recebido a medicação.
Não comer, beber ou fumar durante a utilização do medicamento veterinário.
Tenha o cuidado de não agitar o frasco de forma a evitar a formação de espuma.
Em caso de ingestão acidental ou derrame sobre a pele, dirija-se imediatamente a um médico e mostre-lhe o folheto informativo ou o rótulo.
As pessoas com hipersensibilidade conhecida à miltefosina devem evitar o contacto com o medicamento veterinário ou com qualquer tipo de excremento animal (matéria fecal, urina, vómito, saliva etc.) e devem administrar o medicamento com precaução.
O medicamento pode provocar irritação da pele e dos olhos bem como sensibilização: Deve ser usado equipamento de protecção individual constituído por luvas e óculos durante a utilização do medicamento veterinário. No caso de contacto acidental dos olhos ou pele, lavar imediatamente com bastante água e procurar ajuda médica.
O medicamento não deve ser administrado por mulheres grávidas, que tencionem engravidar ou cujo estado de gravidez é desconhecido.
Não permitir que os cães tratados lambam pessoas imediatamente após terem recebido a medicação.
Não comer, beber ou fumar durante a utilização do medicamento veterinário.
Tenha o cuidado de não agitar o frasco de forma a evitar a formação de espuma.
Reacções adversas (frequência e gravidade)
Durante os estudos clínicos, foi muito comum a ocorrência de vómitos moderados a transitórios (16% dos cães tratados) e foi comum a ocorrência de diarreia (12% dos cães tratados). Estes efeitos ocorreram num período, de cerca de 5 a 7 dias após o início do tratamento durante um período de 1 ou 2 dias na maioria dos casos, mas estes efeitos podem durar mais tempo, mais de 7 dias para certos animais. Não afectaram a eficácia do medicamento e consequentemente não requerem a interrupção do tratamento ou alteração do regime de dosagem. Estes efeitos foram reversíveis no final do tratamento e todos os cães recuperaram sem qualquer terapia específica.
Durante os estudos clínicos, foi muito comum a ocorrência de vómitos moderados a transitórios (16% dos cães tratados) e foi comum a ocorrência de diarreia (12% dos cães tratados). Estes efeitos ocorreram num período, de cerca de 5 a 7 dias após o início do tratamento durante um período de 1 ou 2 dias na maioria dos casos, mas estes efeitos podem durar mais tempo, mais de 7 dias para certos animais. Não afectaram a eficácia do medicamento e consequentemente não requerem a interrupção do tratamento ou alteração do regime de dosagem. Estes efeitos foram reversíveis no final do tratamento e todos os cães recuperaram sem qualquer terapia específica.
Utilização durante a gestação e a lactação
A segurança do medicamento veterinário não foi determinada durante a gestação, a lactação ou em animais reprodutores.
Não administrar o medicamento veterinário durante a gestação, a lactação ou em animais reprodutores.
Os estudos de laboratório efectuados em ratos e coelhos revelaram efeitos teratogénicos (ratos), embriotóxicos, fetotóxicos e maternotóxicos.
Administrar apenas em conformidade com a avaliação benefício/risco realizada pelo médico-veterinário responsável.
A segurança do medicamento veterinário não foi determinada durante a gestação, a lactação ou em animais reprodutores.
Não administrar o medicamento veterinário durante a gestação, a lactação ou em animais reprodutores.
Os estudos de laboratório efectuados em ratos e coelhos revelaram efeitos teratogénicos (ratos), embriotóxicos, fetotóxicos e maternotóxicos.
Administrar apenas em conformidade com a avaliação benefício/risco realizada pelo médico-veterinário responsável.
Interacções medicamentosas e outras formas de interacção
Desconhecidas.
Desconhecidas.
Posologia e via de administração
O medicamento deve ser administrado por via oral na dose de 2 mg/kg de peso corporal (o que corresponde a 1 ml da solução oral por cada 10 kg de peso corporal por dia), colocado sobre a comida, no alimento completo ou parte do alimento, uma vez por dia, durante 28 dias.
O medicamento deve ser administrado por via oral na dose de 2 mg/kg de peso corporal (o que corresponde a 1 ml da solução oral por cada 10 kg de peso corporal por dia), colocado sobre a comida, no alimento completo ou parte do alimento, uma vez por dia, durante 28 dias.
Dado que o parasita está localizado dentro dos tecidos profundos (medula óssea, nódulos linfáticos, baço, fígado), é crucial respeitar a duração do tratamento (28 dias) para assegurar a eficácia do medicamento.
O peso do cão deve ser determinado com precisão antes e durante o tratamento.
Sobredosagem (sintomas, procedimentos de emergência, antídotos), (se necessário)
Um estudo de sobredosagem (até duas vezes a dose recomendada durante 28 dias) demonstrou a ocorrência de efeitos indesejáveis, tais como: vómitos incontroláveis.
Um estudo de sobredosagem (até duas vezes a dose recomendada durante 28 dias) demonstrou a ocorrência de efeitos indesejáveis, tais como: vómitos incontroláveis.
Intervalo(s) de segurança
Não aplicável.
Não aplicável.
PROPRIEDADES FARMACOLÓGICAS
Grupo farmacoterapêutico: Agentes contra leishmaniose e tripanosomose
Código ATCvet: QP51D
Grupo farmacoterapêutico: Agentes contra leishmaniose e tripanosomose
Código ATCvet: QP51D
Propriedades farmacodinâmicas
A leishmaniose canina é uma doença letal devido à Leishmania infantum transmitida pela picada de um insecto (Phlebotomus spp). A miltefosina tem uma actividade anti-leishmania in vitro directa e acentuada, em modelos animais, contra L. donovani (sistemas de teste promastigota e amastigota) e contra L. Infantum.
É aceito comumente que a Miltefosina inibe a penetração da espécie Leishmania nos macrófagos através da interacção com os glicosomas e com âncoras de glicosil-fosfatidil-inositol (essenciais para a sobrevivência intracelular da Leishmania) e perturba a transdução do sinal da membrana da Leishmania através da inibição da fosfolipase C.
A leishmaniose canina é uma doença letal devido à Leishmania infantum transmitida pela picada de um insecto (Phlebotomus spp). A miltefosina tem uma actividade anti-leishmania in vitro directa e acentuada, em modelos animais, contra L. donovani (sistemas de teste promastigota e amastigota) e contra L. Infantum.
É aceito comumente que a Miltefosina inibe a penetração da espécie Leishmania nos macrófagos através da interacção com os glicosomas e com âncoras de glicosil-fosfatidil-inositol (essenciais para a sobrevivência intracelular da Leishmania) e perturba a transdução do sinal da membrana da Leishmania através da inibição da fosfolipase C.
Propriedades farmacocinéticas
Depois da administração oral nos cães, a miltefosina é quase completamente absorvida com uma biodisponibilidade absoluta de 94 %. Depois de uma dose terapêutica de 2 mg/kg por dia, a concentração máxima no plasma (Cmax) é de cerca de 32582 ng.ml -1 em cães alimentados. Nos ratos, a administração oral repetida resultou em níveis de drogas com a seguinte ordem decrescente: rins, pele, glândulas adrenais, baço, intestino delgado, tecido gordo, estômago, fígado, pulmão, soro, cólon, cérebro, coração e músculo: sendo muitos destes órgãos a localização das formas amastigota. Nos ratos, a miltefosina foi quase distribuída igualmente entre o plasma e os eritrócitos. 24 h após injecção intravenosa de miltefosina nos ratos fêmea, 63% da radioactividade extraível do fígado foi recuperada sob a forma de composto inalterado.
A miltefosina é caracterizada por uma semi-vida de eliminação lenta (t½ de 160 h) e uma depuração plasmática lenta (Cl = 0,04 ml/kg/min). Após administrações repetidas de milteforan em doses terapêuticas de 2 mg/kg/ por dia, durante 28 dias, em cães alimentados, a concentração máxima no plasma (Cmax) é de cerca de 32582 ng.ml-1 ± 4030 ng.ml-1 com um Tmax médio de 5,0 ± 2,0 h e a AUC 0-t é 649617. 94478 ng.h.ml -1 após a última administração. A semi-vida de eliminação obtida após a última administração é longa com uma t½= 153 ± 13.7 h. Consequentemente, administrações repetidas de milteforan durante 28 dias levaram a uma acumulação com um factor de 7,65 ± 1,99. A miltefosina é eliminada principalmente por via fecal e cerca de 10% da dose administrada é eliminada nas fezes como fármaco original. A eliminação da miltefosina por via urinária é insignificante.
Depois da administração oral nos cães, a miltefosina é quase completamente absorvida com uma biodisponibilidade absoluta de 94 %. Depois de uma dose terapêutica de 2 mg/kg por dia, a concentração máxima no plasma (Cmax) é de cerca de 32582 ng.ml -1 em cães alimentados. Nos ratos, a administração oral repetida resultou em níveis de drogas com a seguinte ordem decrescente: rins, pele, glândulas adrenais, baço, intestino delgado, tecido gordo, estômago, fígado, pulmão, soro, cólon, cérebro, coração e músculo: sendo muitos destes órgãos a localização das formas amastigota. Nos ratos, a miltefosina foi quase distribuída igualmente entre o plasma e os eritrócitos. 24 h após injecção intravenosa de miltefosina nos ratos fêmea, 63% da radioactividade extraível do fígado foi recuperada sob a forma de composto inalterado.
A miltefosina é caracterizada por uma semi-vida de eliminação lenta (t½ de 160 h) e uma depuração plasmática lenta (Cl = 0,04 ml/kg/min). Após administrações repetidas de milteforan em doses terapêuticas de 2 mg/kg/ por dia, durante 28 dias, em cães alimentados, a concentração máxima no plasma (Cmax) é de cerca de 32582 ng.ml-1 ± 4030 ng.ml-1 com um Tmax médio de 5,0 ± 2,0 h e a AUC 0-t é 649617. 94478 ng.h.ml -1 após a última administração. A semi-vida de eliminação obtida após a última administração é longa com uma t½= 153 ± 13.7 h. Consequentemente, administrações repetidas de milteforan durante 28 dias levaram a uma acumulação com um factor de 7,65 ± 1,99. A miltefosina é eliminada principalmente por via fecal e cerca de 10% da dose administrada é eliminada nas fezes como fármaco original. A eliminação da miltefosina por via urinária é insignificante.
INFORMAÇÕES FARMACÊUTICAS
Lista de excipientes
Hidroxipropilcelulose, Propileno glicol, Água purificada.
Hidroxipropilcelulose, Propileno glicol, Água purificada.
Incompatibilidades
Não aplicável.
Não aplicável.
Prazo de validade
Prazo de validade do medicamento veterinário tal como embalado para venda: 3 anos
Prazo de validade após a primeira abertura do acondicionamento primário: 1 mês
Prazo de validade do medicamento veterinário tal como embalado para venda: 3 anos
Prazo de validade após a primeira abertura do acondicionamento primário: 1 mês
Precauções especiais de conservação
Este medicamento veterinário não necessita de quaisquer precauções especiais de conservação.
Este medicamento veterinário não necessita de quaisquer precauções especiais de conservação.
Natureza e composição do acondicionamento primário
Frascos inquebráveis de polietileno tereftalato de 30 ml, 60 ml e 90 ml, hermeticamente fechados por um vedante de borracha e uma tampa de alumínio selada.
Caixa de cartão com um frasco, 1 dispositivo médico, 1 dispositivo de doseamento, 2 luvas.
É possível que não sejam comercializadas todas as apresentações.
Frascos inquebráveis de polietileno tereftalato de 30 ml, 60 ml e 90 ml, hermeticamente fechados por um vedante de borracha e uma tampa de alumínio selada.
Caixa de cartão com um frasco, 1 dispositivo médico, 1 dispositivo de doseamento, 2 luvas.
É possível que não sejam comercializadas todas as apresentações.
Precauções especiais para a eliminação de medicamentos veterinários não utilizados ou de resíduos derivados da utilização desses medicamentos
O medicamento veterinário não utilizado ou os seus resíduos devem ser eliminados de acordo com os requisitos nacionais.
O medicamento veterinário não utilizado ou os seus resíduos devem ser eliminados de acordo com os requisitos nacionais.
Titular da autorização de introdução no mercado
VIRBAC S.A - 1ère Avenue – 2065 m – I.I.D. – 06516 CARROS
+ 33/ 4 92 08 73 04
+ 33/ 4 92 08 73 48
dar@virbac.fr
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Número(s) de registo da autorização de introdução no mercado
011/01/07DFVPT
011/01/07DFVPT
Data da primeira autorização/renovação da autorização
27-Abril-2007
27-Abril-2007

Abril 2007
Hoje fazem 5 dias desde o início do tratamento. Como ela tem 8kg, o frasco de 30 mL é suficiente. A quantidade do medicamento varia de acordo com o peso, e ela está tomando 1 mL por dia. A bula indica que o remédio seja adicionado à comida do animal, mas como ela é bem chatinha pra comer eu achei melhor não arriscar. Então ela está tomando a dosagem indicada direto na boca, com o auxílio da seringa que acompanha o remédio. A bula fala, também, de alguns possíveis efeitos colaterais, como vômito e diarréia. Portanto estou atenta às reações. Mas até então, não houve nenhuma. No entanto é preciso que ela coma algo antes ou logo após tomar o remédio, para diminuir os possíveis efeitos colaterais. Houve somente um dia em que ela tomou o remédio e não comeu. Pude notar que ela tinha tremores por todo o corpo. Mas, logo em seguida, comeu e os tremores pararam.
Hoje postarei fotos das lesões (orelha, dorso e olhos) para, posteriormente, comparar o antes e o depois.
Antes de começar esse post, devo destacar aqui que não existe cura para a Leishmaniose. O que acontece é que a doença “estaciona”. O cão deixa de apresentar sintomas, podendo levar uma vida normal.
Com a decisão de tratar, recebi, do veterinário, algumas recomendações. Duas medidas deveriam ser tomadas, sendo elas a profilaxia e o tratamento da doença.
Para profilaxia, deveria ser utilizada uma coleira repelente do mosquito e vacinas anuais. Para o tratamento, além da droga que trataria a Leishmania em si, deveria ser utilizado: ração para cães de pele sensível, remédios para tratar as lesões e vitaminas para a pele.
Com relação à droga que agiria no combate do parasito, haviam duas opções:
Com relação à droga que agiria no combate do parasito, haviam duas opções:
1) Milteforan;
2) Alopurinol + Anfotericina B.
No caso do Milteforan, o tratamento seria feito somente uma única vez, durante 28 dias. Porém, sua venda é proibida no Brasil.
No caso do Alopurinol + Anfotericina B, apesar da sua venda ser permitida no Brasil, o tratamento teria de ser feito durante toda a vida do animal.
No meu caso, o remédio escolhido foi o Milteforan (falarei detalhadamente sobre ele em outro post). Apesar do alto custo e das complicações para adquiri-lo, concluí que seria a melhor opção. O tratamento seria rápido e, segundo informações que adquiri por meio de pesquisas e leituras, efetivo. Também optei pelo uso da coleira Scalibor, por ter um grande reconhecimento no mercado. A ração sugerida pelo veterinário foi a da marca Cibau, para cães de pele sensível. O remédio escolhido para tratar as lesões foi o Dermotrat, que é antifúngico, antibacteriano e anti-inflamatório. E, por fim, o suplemento escolhido para a pele foi o Ômega 3, da Organnact.
De modo resumido, o tratamento ficou assim:
1. Milteforan
2. Cibau para cães de pele sensível
3. Ômega 3
4. Dermotrat (creme)
5. Coleira Scalibor
4. Dermotrat (creme)
5. Coleira Scalibor
Milteforan – R$ 930,00
Cibau – R$ 41,00 (1kg)
Coleira Scalibor – R$ 90,00
Dermotrat – R$ 52,90
Ômega 3 – R$ 27,50
Ficando, no total, R$ 1.141,00.
Uma beagle de 8 meses, nascida no dia 05/04/2014. Esperta, brincalhona e com lindas manchas, como todo beagle deve ser. Desde o seu nascimento, recebeu os cuidados necessários e tomou todas as vacinas recomendadas. Inclusive a vacina contra a Leishmaniose.
Tudo começou com uma pequena ferida na parte interna de uma das orelhas. Inicialmente diagnosticado como otite e fungo, o tratamento foi feito à base de pomada, remédio para uso interno (ouvido) e shampoo apropriado. Sem resultados positivos, um segundo tratamento foi feito, desta vez à base de fungicida, antibiótico e shampoo apropriado. Apresentando resultados somente durante o tratamento, as lesões voltavam imediatamente após o seu encerramento. E voltavam cada vez piores. No intervalo entre os dois tratamentos, uma nova lesão surgiu, desta vez no dorso das costas. Levando-a a outro veterinário, um teste rápido de Leishmaniose foi feito, obtendo resultado positivo. Na bula do teste, falava-se na possibilidade de reação cruzada devido à vacina que ela havia tomado há pouco tempo. O veterinário recomendou que fosse feito o teste do Mielograma para tirar a contra prova. Além da punção de medula, no Mielograma também estavam inclusos punção aspirativa de linfonodo e raspado de pele. Por fim, a Leishmania não foi encontrada na medula, como esperado, e nem no linfonodo, mas sim no raspado de pele da orelha. Sim, aquela orelha que já vinha apresentando problemas desde o começo.
No Nordeste, sabemos que a Leishmaniose é uma doença endêmica, ou seja, uma doença que se manifesta apenas em uma determinada região, de causa local. Sabemos também que aqui no Brasil a cultura é de sacrifício dos cães. Por conta disso, quando constatada a doença, a sugestão do médico veterinário foi sacrifício. Contudo, após o susto e o desespero inicial, a minha decisão foi a de tratar. E é aqui que esse blog entra.
Este blog não foi feito com o intuito de prescrever qualquer tipo de tratamento para a Leishmaniose Canina, e sim de acompanhar e relatar, dia-a-dia, o tratamento (que será detalhado em um outro post). Espero que este blog possa, de alguma forma, ajudar aqueles que se encontram na mesma situação.
No Nordeste, sabemos que a Leishmaniose é uma doença endêmica, ou seja, uma doença que se manifesta apenas em uma determinada região, de causa local. Sabemos também que aqui no Brasil a cultura é de sacrifício dos cães. Por conta disso, quando constatada a doença, a sugestão do médico veterinário foi sacrifício. Contudo, após o susto e o desespero inicial, a minha decisão foi a de tratar. E é aqui que esse blog entra.
Este blog não foi feito com o intuito de prescrever qualquer tipo de tratamento para a Leishmaniose Canina, e sim de acompanhar e relatar, dia-a-dia, o tratamento (que será detalhado em um outro post). Espero que este blog possa, de alguma forma, ajudar aqueles que se encontram na mesma situação.
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